No banco dos réus estão dois antigos administradores do Instituto Portuário do Norte, acusados de administração danosa, e o gerente e o encarregado geral da empresa Arnor, António Figueiredo e Nuno Corucho que respondem por furto qualificado.
Nas alegações finais, os advogados de defesa pediram a absolvição dos quatro arguidos.
Já o MP admitiu a absolvição dos administradores do IPN, por falta de provas, mas pediu a condenação dos dois arguidos da Arnor em três anos e meio de prisão, com pena suspensa.









