O distrito de Braga dispõe de 422 homens e mulheres para atacar, em permanência, os fogos florestais na fase mais crítica, que vai de junho a setembro, anunciou o comandante distrital operacional de socorro e proteção civil.
Hercílio Campos adiantou à Lusa que o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais será coordenado pelo Comando Distrital e sob orientação do Governo Civil, e que os 422 bombeiros provêm de 21 corporações, 20 de carácter associativo e uma municipal, os Sapadores de Braga.
Revelou que, além das viaturas terrestres de combate de fogos florestais, que não foram contabilizadas, o distrito tem três meios aéreos: dois em Braga (um helicóptero ligeiro e um pesado) e um em Fafe (um helicóptero ligeiro).
O dispositivo estará apoiado por um pelotão de GIP e pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, por meios humanos e materiais da Direção Geral dos Recursos Florestais e do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, Força Armadas, Associações Florestais, Autarquias (Câmaras e Juntas) e outros agentes”.
O responsável adiantou que haverá ainda condições para desenvolver “ações imediatas de vigilância dissuasiva, deteção oportuna de fogos, despacho imediato de meios de ataque inicial, e domínio do incêndio no seu início”.
Os operacionais estão também prontos para iniciativas de “recuperação contínua da capacidade de ataque inicial, reforço rápido nos teatros de operações, permanente consolidação da extinção e gestão da informação”.
Para conseguir minimizar danos, Hercílio Campos defende que a prioridade máxima é o ataque inicial, com uma intervenção organizada e musculada, sustentada por um despacho inicial até dois minutos depois de obtida a localização do incêndio.
O ataque inicial - sublinhou - coloca os meios na zona de fogo até 20 minutos depois do despacho inicial. A partir daí, o combate ao incêndio é feito de forma intensa e com rápida progressão de equipas heli transportadas e meios terrestres.
O objetivo definido pelos responsáveis governamentais para o período de 2012-2018 é o de reduzir a superfície de área ardida em Portugal para valores equiparáveis aos dos países da bacia mediterrânica.
Hercílio Campos adiantou à Lusa que o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais será coordenado pelo Comando Distrital e sob orientação do Governo Civil, e que os 422 bombeiros provêm de 21 corporações, 20 de carácter associativo e uma municipal, os Sapadores de Braga.
Revelou que, além das viaturas terrestres de combate de fogos florestais, que não foram contabilizadas, o distrito tem três meios aéreos: dois em Braga (um helicóptero ligeiro e um pesado) e um em Fafe (um helicóptero ligeiro).
O dispositivo estará apoiado por um pelotão de GIP e pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, por meios humanos e materiais da Direção Geral dos Recursos Florestais e do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, Força Armadas, Associações Florestais, Autarquias (Câmaras e Juntas) e outros agentes”.
O responsável adiantou que haverá ainda condições para desenvolver “ações imediatas de vigilância dissuasiva, deteção oportuna de fogos, despacho imediato de meios de ataque inicial, e domínio do incêndio no seu início”.
Os operacionais estão também prontos para iniciativas de “recuperação contínua da capacidade de ataque inicial, reforço rápido nos teatros de operações, permanente consolidação da extinção e gestão da informação”.
Para conseguir minimizar danos, Hercílio Campos defende que a prioridade máxima é o ataque inicial, com uma intervenção organizada e musculada, sustentada por um despacho inicial até dois minutos depois de obtida a localização do incêndio.
O ataque inicial - sublinhou - coloca os meios na zona de fogo até 20 minutos depois do despacho inicial. A partir daí, o combate ao incêndio é feito de forma intensa e com rápida progressão de equipas heli transportadas e meios terrestres.
O objetivo definido pelos responsáveis governamentais para o período de 2012-2018 é o de reduzir a superfície de área ardida em Portugal para valores equiparáveis aos dos países da bacia mediterrânica.




