A presidente da Câmara de Caminha, Júlia Paula Costa, exigiu uma intervenção urgente de desassoreamento da barra do concelho, para garantir melhores condições de segurança aos pescadores do rio Minho.
Com o atual assoreamento, os pescadores praticamente saem diretamente para o mar. A barra, aquela transição do rio para o mar, praticamente não existe, referiu a autarca.
Para Júlia Paula, esta situação contribui, sobremaneira, para a insegurança na faina e para acidentes como o registado na última quarta feira, em que uma traineira naufragou com cinco pescadores a bordo, um dos quais morreu e dois estão desaparecidos.
Aquela barra tem problemas gravíssimos. A barra é mãe [para os pescadores] porque dá o pão, mas também é madrasta porque tira, muitas vezes, a vida, acrescentou.
Júlia Paula Costa disse que já está pronto um estudo para o desassoreamento da barra de Caminha, que foi elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e que custou dois milhões de euros.
Agora, impõe-se urgentemente avançar para os projetos de execução, apelou.
Lembrou ainda que há anos foi gasto um balúrdio de dinheiro na abertura de um canal no rio Minho para permitir o acesso dos pescadores ao cais, mas sublinhou que a falta de manutenção acabou por anular essa obra.
Lamento profundamente que essa obra se tenha perdido por falta de manutenção, referiu.
Os autarcas portugueses e espanhóis do Vale do Minho já escreveram aos ministros do Ambiente de ambos os países, pedindo que a questão do desassoreamento do rio Minho faça parte da agenda da próxima Cimeira Ibérica.
Entretanto, defendo que os dois governantes se devem sentar urgentemente à mesa para tentar perceber até que ponto, com fundos comunitários que ainda existem, se pode executar o desassoreamento, disse ainda Júlia Paula.
Não é possível virar as costas a este problema e esperar que o tempo faça o resto. Não faz, cada vez piora mais. Lamento profundamente que ninguém olhe, rematou.
Com o atual assoreamento, os pescadores praticamente saem diretamente para o mar. A barra, aquela transição do rio para o mar, praticamente não existe, referiu a autarca.
Para Júlia Paula, esta situação contribui, sobremaneira, para a insegurança na faina e para acidentes como o registado na última quarta feira, em que uma traineira naufragou com cinco pescadores a bordo, um dos quais morreu e dois estão desaparecidos.
Aquela barra tem problemas gravíssimos. A barra é mãe [para os pescadores] porque dá o pão, mas também é madrasta porque tira, muitas vezes, a vida, acrescentou.
Júlia Paula Costa disse que já está pronto um estudo para o desassoreamento da barra de Caminha, que foi elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e que custou dois milhões de euros.
Agora, impõe-se urgentemente avançar para os projetos de execução, apelou.
Lembrou ainda que há anos foi gasto um balúrdio de dinheiro na abertura de um canal no rio Minho para permitir o acesso dos pescadores ao cais, mas sublinhou que a falta de manutenção acabou por anular essa obra.
Lamento profundamente que essa obra se tenha perdido por falta de manutenção, referiu.
Os autarcas portugueses e espanhóis do Vale do Minho já escreveram aos ministros do Ambiente de ambos os países, pedindo que a questão do desassoreamento do rio Minho faça parte da agenda da próxima Cimeira Ibérica.
Entretanto, defendo que os dois governantes se devem sentar urgentemente à mesa para tentar perceber até que ponto, com fundos comunitários que ainda existem, se pode executar o desassoreamento, disse ainda Júlia Paula.
Não é possível virar as costas a este problema e esperar que o tempo faça o resto. Não faz, cada vez piora mais. Lamento profundamente que ninguém olhe, rematou.




